Canil da Guarda: 22 anos de excelência, tradição e resultados que orgulham Jundiaí
Publicada em 31/05/2026 às 07:22
A história do Canil da Guarda Municipal de Jundiaí é marcada por dedicação, pioneirismo e compromisso com a cidade. Criada em 2004 por iniciativa dos próprios guardas municipais, a unidade nasceu de um gesto que até hoje simboliza o espírito da corporação: para formar o primeiro plantel, os agentes recolhiam e vendiam materiais recicláveis para comprar ração. De forma simples, mas cheia de propósito, começava ali a trajetória de uma das unidades cinotécnicas mais respeitadas do país.
Nos primeiros anos, o Canil atuava exclusivamente com cães da raça rottweiler, empregados no controle de distúrbios civis e multidões. Motivados pelo espírito de missão e pela vontade de evoluir, os guardas buscaram especializações em cinotecnia, adestramento operacional e técnicas modernas de policiamento com cães. Com o passar do tempo, a unidade ampliou sua atuação e passou a desempenhar um papel estratégico em operações de detecção de drogas, armas e aparelhos eletrônicos.
A evolução do Canil foi rápida e ganhou reconhecimento nacional. Um dos maiores marcos dessa trajetória veio com o K9 Athon, responsável por uma das maiores apreensões de drogas já registradas no país com apoio de cão policial: nove toneladas de maconha. O resultado entrou para o RankBrasil e colocou Jundiaí em evidência no cenário das unidades cinotécnicas de alta performance.

Outro capítulo histórico foi protagonizado pelo K9 Black, o primeiro cão policial do Brasil treinado especificamente para detecção de papel-moeda. O trabalho pioneiro ampliou a capacidade de atuação da Guarda Municipal
